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Toninhas de Babitonga

Tainhanarede

foto Projeto Toninha/Univille
foto Projeto Toninha/Univille
Uma suspeita dos pesquisadores da Univille foi confirmada. Cerca de 50 toninhas, uma espécie de golfinho ameaçada de extinção, vivem na baía da Babitonga, em São Francisco do Sul,  litoral de Santa Catarina. Sim. Elas não saem do estuário - estes animais moram no local.
A descoberta só foi possível através de transmissores instalados em cinco animais no ano passado, que foram monitorados via satélite. As toninhas da Babitonga são a única população conhecida da espécie residente em águas protegidas de uma baía, afirmam os pesquisadores.

Em outubro do ano passado, um projeto inédito foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Univille - com o patrocínio do Programa Petrobras Ambiental. Eles capturaram cinco toninhas na baía da Babitonga e implantaram transmissores. O projeto é inédito no Brasil.
Estes equipamentos são monitorados por satélite, e repassam informações aos pesquisadores de como estes bichos sem comportam: quais os padrões de mergulho, formação de grupos e para onde eles se deslocavam. Quase seis meses depois, os primeiros resultados são divulgados.
— Nós percebíamos que não eram encontradas toninhas no canal da Babitonga, o que poderia significar que elas não saíam da baía. E conseguimos confirmar este fato — revelou umas da pesquisadoras da Univille, Camila Sartori.

Os três machos e as duas fêmeas monitoradas em um período de 120 dias não saíram do estuário. Outra descoberta é que este grupo, que segundo a pesquisadora é de aproximadamente 50 animais, vive em uma área bem específica da baía, a região central.
— Verificamos que as toninhas não ficam próximas da movimentação, como do Porto de São Francisco do Sul e de Itapoá — explicou Camila Sartori.

A baía da Babitonga é uma área de grande interesse comercial, para, por exemplo, construções de terminais portuários. O medo dos pesquisadores é que estas construções comprometam a sobrevivência da espécie na região. O que poderia causar a extinção local das toninhas, avalia a bióloga e coordenadora técnica do projeto, Marta Cremer.
— A toninha é uma espécie muito sensível e não tolera a perturbação causada por atividades portuárias — observou.
A bióloga ainda lembra que há cerca de sete anos tramita no Ibama, e posteriormente ICMBio, a proposta de criação de uma unidade de conservação de uso sustentável, a Reserva de Fauna Baía da Babitonga.
— Infelizmente, o processo encontra-se parado e os pesquisadores esperam que os resultados deste estudo reforcem ainda mais a importância de conservar esta região — disse a bióloga.
 
( Do Jornal A Notícia - www.clicrbs.com.br/anoticia )

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